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Notícias | Especial Coronavírus Pandemia

Prefeitos da região metropolitana pedem mais agilidade nos diagnósticos do Lacen

Com mais rapidez nos resultados, estratégias municipais podem ser ampliadas para combater o novo coronavírus

Por João Victor Torres
Última atualização: 01.04.2020 às 18:52

Lacen encaminha o diagnóstico a boa parte dos municípios gaúchos Foto: Luís André/Palácio Piratini
É consenso que o Laboratório Central do Estado (Lacen) trabalha sobrecarregado para dar conta de analisar as centenas de amostras que diariamente chegam dos mais diversos municípios gaúchos. Por outro lado, quem está na ponta, também espera com angustia pelos resultados dos testes. Ainda mais durante a pandemia causada pelo novo coronavírus. E neste tripé ainda estão os prefeitos, em especial da região metropolitana de Porto Alegre, que precisam dos diagnósticos para traçar planos de contingência em nível municipal e aportar profissionais para monitorar pacientes em isolamento domiciliar.

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Nesta quarta-feira (1º), o presidente da Associação dos Municípios da Grande Porto Alegre (Granpal) e prefeito de Cachoeirinha, Miki Breier, cobrou maior agilidade por parte do Lacen na entrega das análises. “A gente entende que a demanda aumentou nas últimas semanas por conta do coronavírus. Porém, reforçamos que o Laboratório Central e, consequentemente, o próprio Estado precisam até mesmo buscar alternativas para se tentar acelerar este processo”, afirma.

Como exemplo prático cita até mesmo a situação enfrentada pelo município que administra. Breier lembrou que Cachoeirinha tem, por ora, apenas um paciente com diagnóstico positivo. “Pela proximidade com Porto Alegre, que é o epicentro no Rio Grande do Sul, acreditamos que este número seja até maior”, complementou o presidente da Granpal.

Uma alternativa pensada pelos prefeitos da grande Porto Alegre vem, também, de uma iniciativa em prática na região. A Associação dos Municípios do Vale do Rio dos Sinos (Amvars), a partir de uma parceria com a Universidade Feevale, adquiriu dois mil kits para realizar exames em pacientes com casos suspeitos. De acordo com Breier, algo semelhante poderá ser implementado nos demais municípios. “Discutimos esse assunto recentemente e vamos buscar parcerias com algumas instituições de ensino”, complementou.

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