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Blog do Rodrigo Becker

Só pelo Sim ou Não

Se um acordo for fechado com pedágio superior aos R$ 2, quem sai absolvida desse processo é a Concepa.

Pelo telefone, o governador José Ivo Sartori foi avisado na noite de quarta-feira sobre a proposta do governo federal para que a Empresa Gaúcha de Rodovias, a EGR, assuma o controle da free way até que uma empresa receba a concessão definitiva. E pelo que ouviu, não topa.

Nem poderia.

De acordo com uma fonte com boas relações no Piratini, o governo federal insiste no pedágio a R$ 2 na praça de Gravataí e R$ 4 em Santo Antônio da Patrulha e Eldorado do Sul. O problema é que, segundo a EGR, assim a conta não fecha: seriam necessário cobrar entre R$ 3 e R$ 3,40 em Gravataí e entre R$ 6 e 7 nas demais praças para que a operação possa se tornar viável financeiramente.

Se um acordo for firmado em valores superiores aos R$ 2 alardeados semanas atrás, a medida absolve a Concepa - a empresa que só deixou o controle da free way por ter as contas sobre a manutenção da rodovia na ponta do lápis. Desde do início do imbróglio, a antiga concessionária já avisava que o pedágio a "dois pilas" não bancava o custo da operação.

Reunião sobre EGR na free way fica para segunda

Falta de uma informação específica adia encontro que definiria, entre outras coisas, o valor do pedágio caso EGR assuma a rodovia.


Fernando Lopes/GES
EGR pode assumir a rodovia
Ficou para segunda-feira a reunião que seria amanhã e discutiria a possibilidade de a Empresa Gaúcha de Rodovias, a EGR, assumir o controle da free way até que uma empresa escolhida por licitação abrace a BR-290. O motivo do adiamento não foi oficialmente divulgado, mas uma pessoa que se interessa particularmente pela questão confidenciou que o encontro entre os técnicos do governo federal e do governo gaúcho pende em uma dúvida: os dados específicos de tráfego na rodovia, por exemplo.

O grupo precisa saber como de comporta o movimento de veículos da free way para, então, encaminhar uma decisão sobre a cobrança de pedágio - e o respectivo valor. Segundo estimativa do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, o Dnit, o custo de manutenção do trecho da BR-290 entre Guaíba e Osório é de cerca de R$ 40 milhões até fevereiro, quando a licitação para contratação da nova concessionária deve estar concluída de vez.

Com os dados do tráfego, a EGR pode fazer uma matemática bem simples: dividir os R$ 40 milhões pelo número de veículos que devem passar pelo pedágio até fevereiro e, enfim, ter uma tarifa mínima, sem lucro.

A free way está sob responsabilidade do Dnit desde o dia 3 de julho, quando os 21 anos da concessão da Concepa chegaram ao fim. De lá para cá, prefeituras das cidades por onde a rodovia passam aumentaram a pressão sobre o governo federal para uma solução para o caso, especialmente na assistência médica para acidentados sobre a pista - custo que os municípios, hoje, não tem condições de arcar.


Stédile e Jairo Jorge: namoro ou amizade em tempos de Whats

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José Stédile (PSB) e Jairo Jorge (PDT), no encontro que deu posse ao socialista na presidência estadual do partido"Namore com alguém que olhe para você como o Jairo Jorge olha para o Stédile": era a brincadeira, ontem, em grupos de WhatsApp onde a foto do ex-prefeito de Canoas, Jairo Jorge (PDT), ensaiava o melhor sorriso para o deputado federal José Stédile (PSB).

Jairo é candidato a governador pelo PDT e coteja os socialistas para parceria, minutos de TV, alianças. O que for. Até ter Stédile de vice, quem sabe.

A foto em questão é de quarta-feira, na posse de Stédile na presidência estadual do PSB.

David Almansa: agora é federal

Há um vácuo de lideranças petistas na região, diz o presidente do partido em Cachoeirinha.

David Almansa (centro) é candidato a deputado federal pelo PT. Fará dobradinha com Tarcísio Zimmermann (direita) e Valdecir Oliveira (esquerda)David Almansa, presidente do PT de Cachoeirinha, vai estar nas urnas em 2018. O petista topou ser candidato a deputado federal. Confira trechos da conversa que ele teve agora há pouco com o blog:

Que tal?

David - Não sou eu quem estou me lançando. Sou candidato do nosso grupo político, o Movimento O Petismo é Maior. Acho que a eleição será um bom momento da debater na cidade quem são os candidatos que representam o golpismo e esses governo de retrocesso e quem defende o legado de Lula e Dilma no país.

E tem espaço para um candidatura local?

David - Tem, sim. Há um vácuo de lideranças petistas na região. O eleitor petista está órfão. Em anos anteriores, sempre tivemos candidatos. Fui o candidato de oposição mais votado em 2016 e embora nunca tenha participado de uma eleição dessa magnitude, acho que está na hora.

Abrindo espaço para 2020?

David - Há um debate interno no PT sobre 2020, claro. Mas entendo que houve um erro de avaliação política nossa em 2016, não foi o eleitor que nos rejeitou. E o primeiro passo para corrigir o erro é assumir que erramos. Estamos no caminho certo.