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Motores

Renovado e mais em conta

Linha 2019 recebe facelift, novos equipamentos e ainda tem os preços reduzidos em até R$ 8 mil.

Novo visual, mais equipamentos e preços até R$ 8 mil menores. A linha 2019 do Jeep Renegade chega às lojas com novidades para manter as vendas em alta. Fabricado no Brasil, desde seu lançamento, em abril de 2015, já emplacou mais de 160 mil unidades.

Além das leves mudanças frontais, as rodas ganharam novos desenhos em todas as configurações. Na Limited, são no tamanho 19”, medida exclusiva no segmento e que têm duas inéditas opções de cor, de acordo com a pintura da carroceria. No caso da tonalidade cinza antique, os contornos das aberturas da grade dianteira e as rodas são grafite. Se o veículo for deep brown, esses detalhes têm acabamento bronze, com a grade grafite. Nas demais tonalidades da Limited, a grade, as rodas e outros pontos são em prata acetinado. Além disso, há duas novas pinturas: jazz blue e billet silver, essa exclusiva para a Longitude.

As versões Flex recebem para-choque dianteiro com ângulo de ataque de até 28° (nas configurações Diesel, chegam a 30º), reduzindo riscos de raspar em desníveis, como garagens de prédios e shoppings. Modelo é equipado com controles de estabilidade (ESC) e de tração, suspensão independente nas quatro rodas, freio de estacionamento eletrônico, tela multifuncional no quadro de instrumentos e rodas em liga-leve.

As opções de motores seguem as mesmas: flex 1.8, que desenvolve 139 cv com álcool e 135 cv com gasolina, bem como torque de 19,2 kgfm e 18,7 kgfm,respectivamente, e turbodiesel de 170 cv e 35,7 kgfm.


Leves retoques

Com mudanças que remetem cada vez mais ao icônico Wrangler, o Renegade recebe leve reestilização. As as sete fendas da grade estão um pouco mais baixas. Nas versões Limited e Trailhawk, os faróis agora são em LED, tanto os principais quanto os de neblina, bem como as luzes diurnas (DRL). Além da questão estética, esse conjunto de iluminação tem alcance 50% superior ao padrão atual (de lâmpadas halógenas) e também está disponível como opcional nas opções Longitude.

Praticidade

A tampa traseira ganhou uma maçaneta externa, que torna a abertura mais fácil e ergonômica. Outra novidade é que o porta-malas de todas as versões agora comporta 320 l, aumento de 47 l graças à adoção do estepe temporário, já introduzido nas versões Flex no início deste ano. A exceção é o Trailhawk, que manteve o estepe full size por conta de sua vocação maior para o fora-de-estrada.


Novos equipamentos de série

Confira os novos itens que passaram a ser de série em cada versão:

1.8 Flex automático de 6 marchas (PCD): rodas em liga-leve aro 16’’

Sport 1.8 Flex manual de 5 marchas e automático de 6 marchas: sistema multimídia Uconnect com tela sensível ao toque de 5”, câmera de ré e novas rodas em liga-leve aro 17” (automático de 6 marchas)

Longitude 1.8 Flex automático de 6 marchas e 2.0 Diesel automático de 9 marchas 4x4: multimídia Uconnect de 8,4“, compatível com interfaces Android Auto e Apple Car Play, controle do ar-condicionado pelo monitor ou comandos de voz e novas rodas em liga aro 18”

Limited 1.8 Flex automático de 6 marchas: faróis principais e de neblina em LED, luzes diurnas em LED, dois air bags laterais, dois de cortina e um para os joelhos do motorista e novas rodas em liga aro 19”

Trailhawk 2.0 Diesel automático de 9 marchas 4x4: faróis principais e de neblina em LED, luzes diurnas em LED e novas rodas em liga aro 17”


Mais conectividade

A partir das versões Longitude, o SUV passa a contar com a tela multimídia de 8,4’’, que faz parte do mesmo sistema Uconnect do Jeep Compass. Dessa forma, é possível parear o smartphone por meio das interfaces Android Auto e Apple Car Play, para acessar pelo monitor do veículo aplicativos de navegação, como Google Maps e Waze e de música, a exemplo do Spotify e Deezer, apenas para citar alguns.


O Uconnect 8,4” permite ainda acessar as funções do ar-condicionado remotamente, por toques no monitor ou via comandos de voz. O tempo de resfriamento da cabine, em qualquer versão, ficou 20% mais rápido, graças a melhorias no sistema.


Nas configurações Sport 1.8 Flex, com câmbio manual ou automático, o modelo traz de série o Uconnect 5”, com tela de toque e câmera de ré incorporada. A segunda entrada USB, que ficava dentro do porta-objetos central, agora está voltada para os passageiros traseiros.


Porta-objetos

Na cabine, a área central foi redesenhada. Os comandos do ar-condicionado são novos, bem como os porta-objetos, mais numerosos e espaçosos – tanto o que fica à frente da alavanca do câmbio quanto o posicionado entre as poltronas, onde se abriu um novo nicho, para acomodar itens como um telefone celular. Nas versões Diesel, o botão giratório do Selec-Terrain subiu um pouco para gerar mais amplitude na área ao redor.



OS PREÇOS

1.8 Flex automático de 6 marchas: (exclusivo para PCD): R$ 69,99 mil

Sport 1.8 Flex manual de 5 marchas: R$ 78,49 mil (redução de R$ 7 mil)

Sport 1.8 Flex automático de 6 marchas: R$ 83,99 mil (redução de R$ 8 mil)

Longitude 1.8 Flex automático de 6 marchas: R$ 96,99 mil (valor igual)

Limited 1.8 Flex automático de 6 marchas: R$ 103,49 mil

Longitude 2.0 Diesel automático de 9 marchas 4x4: R$ 125,49 mil

Trailhawk 2.0 Diesel automático de 9 marchas 4x4: R$ 136,39 mil

Fonte: Fiat


C 200 EQ Boost, o híbrido leve da Mercedes

Motor elétrico proporciona força extra ao propulsor a gasolina desta versão do Classe C, que chega ao Brasil por R$ 228,9 mil .

São Paulo - Um novo motor – que conta com a força extra de um propulsor elétrico – e mudanças visuais para um best-seller de vendas. O Classe C recebe aprimoramentos, como novos faróis em LED e assistente ativo de frenagem para toda a linha. “Em caso de emergência, em um limite extremo, o sistema freia automaticamente o carro”, explica o gerente sênior de Vendas da marca, Dirlei Dias. Alguns sistemas existentes atualmente atuam com maior antecipação, mas deixam a viagem mais desconfortável devido às constantes frenagens de intervenção. A linha 2018/2019 chega às lojas em novembro por preços entre R$ 187,9 mil e R$ 259,9 mil.


Para testar o C 200 EQ Boost – único modelo da marca no mundo com esta tecnologia híbrida leve – a montadora organizou um evento à imprensa especializada que culminou em um test-drive de 280 km até o interior de São Paulo. Os números combinados totalizam 197 cv de potência e 44,9 kgfm de torque. A marca que inventou o automóvel novamente acertou a ‘‘mão’’. As acelerações são fortes: bastam 7,9 s para ir da imobilidade aos 100 km/h. A máxima é limitada eletronicamente a 239 km/h. Como o motor elétrico proporciona força extra e instantânea, não há ‘‘turbo lag’’, a lentidão causada durante os instantes em que os gases do escapamento demoram para acionar o duplo turbo. Impressionam os altos níveis de silêncio a bordo, a estabilidade exemplar e a direção bastante direta, que garante ótima esportividade. O câmbio 9G-Tronic tem escalonamento perfeito.

A quinta geração do Classe C já vendeu 1,9 milhão de unidades no mundo. No Brasil, chegou em outubro de 2014 e corresponde a 30% do volume de vendas da marca. Neste ano, até setembro a marca já vendeu 8.890 carros, 30% a mais que a segunda colocada, também uma marca alemã.


Viagem a convite da Mercedes-Benz


Facelift

Um leve facelift atualiza o visual da quinta geração. Os para-choques dianteiros foram redesenhados para todas as versões do modelo, que ganharam faróis Full LED.


Assistência à condução

O novo Classe C conta com avançados sistemas de assistência à condução:

Frenagem adaptativa (ABR): integra a Distribuição Eletrônica da Força de Frenagem (EBD), Controles Eletrônicos de Estabilidade (ESP) e de Tração na Aceleração (ASR), Assistente de partida em subidas (HSA), Pré-carregamento (Priming), Secagem automática na chuva e função Hold.

Cross Wind Assist: atua em caso de ventos transversais na estrada que empurram o veículo para os lados. Proporciona estabilidade através de leves frenagens nas rodas do lado da ação do vento, sem perder velocidade.

ESP Curve Dynamic Assist: entra em ação durante a aceleração em curvas. Utiliza os sensores e as funções do ESP para garantir mais estabilidade e segurança de dirigibilidade. Quando esses sensores registram a tendência do veículo em “sair de frente”, minimiza o efeito com uma intervenção através de frenagens seletivas nas rodas internas, com relação ao sentido da curva. Ao mesmo tempo, a tração é aumentada ligeiramente para compensar esse momento de frenagem e o torque excedente é direcionado às rodas no lado de fora (torque de frenagem), com relação ao sentido da curva. A intervenção conduz a um movimento imperceptível sobre o eixo vertical do veículo, que o mantém estabilizado na trajetória da curva, evitando a saída de frente, garantindo mais estabilidade nas curvas.

Assistente de frenagem ativo: com o auxílio de um radar, pode detectar um acidente iminente com outro veículo, enviando avisos visuais e sonoros. Se o motorista não reagir, o sistema pode ajudar com força de frenagem, podendo até evitar uma colisão. Dependendo da situação, pode reduzir as consequências de colisões traseiras com carros lentos à frente e até mesmo com pedestres e ciclistas atravessando, ou até mesmo evitá-las totalmente.


1.5 a gasolina recebe impulso extra do elétrico

A versão C 200 EQ Boost conta com o 1.5 turbo dotado de injeção direta movido a gasolina. São 184 cv e 28,57 kgfm gerados pelo propulsor a combustão, mais 14 cv extras e 16,32 kgfm de um motor elétrico. A potência combinada é de 197 cv e 44,9 kgfm. Apesar de ser classificado como um híbrido pela legislação, a montadora não usa este fato como estratégia de marketing. “Para a Daimler, o conceito de híbrido é mais amplo, pois neste caso o veículo terá que ser movimentado com o motor a combustão e/ou o elétrico”, explica Dirlei. No caso do 1.5, o elétrico é responsável apenas por dar um “empurrãozinho” no conjunto. E põe empurrãozinho nisso: o resultado é um torque de motor V6, o que gera acelerações e retomadas muito vigorosas. E o que é melhor: com fornecimento instantâneo de força, uma característica de motores elétricos.


Nas desacelerações, motor elétrico atua como gerador

O modelo é equipado com uma rede elétrica adicional de 48 volts, com um motor de arranque/alternador unificado acionado por correia (BSG – Belt-driven Starter-generator). Nas reduções de velocidade, o elétrico funciona como um alternador recuperando energia cinética e carregando a bateria.


Uma solução muito antiga e eficiente está presente no C 200 EQ Boost: o modo de deslizamento (roda livre) com o motor totalmente desligado (somente na opção ECO) e a frenagem regenerativa com parada inteligente do motor sempre que o veículo diminuir a velocidade sem que o condutor acione o freio. Com isso, o trem de força é desacoplado e o propulsor desligado, criando situações inusitadas: o carro pode estar a 120 km/h com rotação 0, tendo como auxílio somente o elétrico. A vantagem é a maximização da economia, garantindo simultaneamente uma confortável resposta do veículo. O start/stop opera de forma particularmente confortável, graças ao motor de arranque/alternador acionado por correia. O motor é religado quase em silêncio, com pouca vibração e de forma muito rápida. O turbocompressor, acionado pelos gases do escapamento, usa um sistema de dupla entrada (twin-scroll).


Toques artesanais

O classe C ganhou doses extras de requinte. Na Exclusive, apresenta madeira marrom escura fosca com poros abertos e, no C 300 Sport, madeira preta. Madeira mesmo, não imitação, o que aumenta o toque artesanal da construção.

Nas versões C 200 EQ Boost e superiores, agrega um novo conceito de cockpit que inclui um conjunto de instrumentos totalmente digital, permitindo optar entre três estilos visualmente distintos: Clássico, Esportivo e Progressivo. O cockpit é totalmente digital, tem 12,3’’ na diagonal e oferece alta resolução. O sistema de interface com o usuário pode ser operado também por meio do touchpad localizado no console central ou via comando vocal, utilizando a tecnologia Linguatronic. Outras funções do veículo também podem ser controladas por voz.


VERSÕES E PREÇOS

C 180 Avantgarde: R$ 187,9 mil
A configuração de entrada conta com novos para-choques dianteiro e rodas em liga-leve aro 17’’ de 10 raios, faróis full LED com novo design interno, novo design das lanternas traseiras, console central com acabamento black piano, novo volante com comandos sensíveis ao toque, nova tecla Keyless-start, novo sistema multimídia NTG 5.5 com integração para smartphone (Waze) e assistente de frenagem ativo. Essa versão, assim como a Exclusive, é equipada com motor 1.6 turbo de 156 cv e 25,51 kgfm, que permite acelerar de 0 a 100 km/h em 8,3 s e atingir 225 km/h. Câmbio é o automático 9G-Tronic.

C 180 Exclusive: R$ 188,9 mil
Acrescenta acabamento ártico para o painel superior e portas, acabamento em madeira marrom escura fosca com poros abertos para o console central.

C 200 EQ Boost: R$ 228,9 mil
Conta com novas rodas em liga-leve aro 17’’ com cinco raios duplos, motor 1.5 turbo com EQ Boost: de 197 cv, recuperação de energia nas frenagens e desaceleração, função coasting (roda livre) com motor totalmente desligado, cockpit digital configurável com 12,3’’ e tela central com 10,2’’.

C 300 Sport: R$ 259,9 mil
É equipada com novo motor 2.0 turbo de 258 cv (o anterior gerava 245 cv), grade frontal diamante cromada, novas rodas AMG aro 18’’ de cinco raios com fundo preto, console central com acabamento black piano, novo volante esportivo com controles sensíveis ao toque, kit visual AMG e console central em madeira preta com poros abertos.

Eclipse Cross, o ressurgimento

Modelo da Mitsubishi é relançado como um crossover e desembarca no Brasil por preço inicial de R$ 149,99 mil .

O Mitsubishi Eclipse marcou época como um dos esportivos mais desejados da década de 1990. Agora, ressurge no mundo como um crossover com estilo de cupê para preencher a lacuna entre o ASX e o Outlander. Importado do Japão, chega ao Brasil na versão HPE-S e custa R$ 149,99 mil com tração 4x2 e R$ 155,99 mil na configuração 4x4 S-AWC. A pré-venda já está aberta, mas os primeiros carros serão entregues só no início de novembro. A meta é comercializar 300 unidades por mês.


O lançamento nacional do Eclipse Cross à imprensa especializada ocorreu entre os últimos dias 25 e 28 em Porto Alegre, com direito a test-drive de 300 km até Caxias do Sul, passando por várias cidades da região, como Novo Hamburgo, Ivoti, Picada Café e São Sebastião do Caí. Foram utilizadas oito unidades trazidas especialmente dos Estados Unidos para o evento, que de diferente têm apenas o sistema multimídia menor e um touchpad no console.


A tração S-AWC consiste em um sistema integrado ao controle de tração que aumenta os limites de uso. Trata-se de um “supercérebro” conectado à sensibilidade do motorista, contando com três opções: Auto, Snow (neve) ou Gravel (cascalho). “É uma transmissão inteligente, que se adapta ao modo de direção do condutor a cada momento, ao humor de cada dia, que pode ser mais confortável ou esportivo”, explica o engenheiro Fábio Maggion. No asfalto, as acelerações e retomadas são esportivas, apesar dos 1.605 kg do modelo. Nas estradas de chão, a altura de 20,2 cm em relação ao solo faz toda a diferença.

Pacote tecnológico

Internamente, o cockpit tem linhas horizontalizadas e modernas, contando com Head up display para evitar que o motorista tire os olhos da estrada ao conferir a velocidade, por exemplo. Ao centro, está o sistema multimídia com tela capacitiva de 7”, que permite conectividade total.


Pacote de equipamentos é amplo, incluindo teto solar duplo, bancos com aquecimento, sistema de prevenção de aceleração involuntária, indicação de veículos ou pessoas no ponto cego, avisos de tráfego traseiro e de saída de faixa de rolamento. O item mais tecnológico de todos é o sistema de frenagem autônomo (FCM), que ajuda a prevenir colisões frontais ao identificar veículos ou pedestres por meio de câmeras e radar. Em termos de segurança, o conceito Rise de deformação controlada e nove air bags garantiram nota máxima no Euro NCap, ANCap e Latin NCap.


Visual marcante


O estilo Dynamic Coupé é único e marcante. Na dianteira, farol é em LED (tanto luz baixa quanto alta), tecnologia presente também na traseira, caracterizada por janela bipartida. As rodas aro 18” são calçadas com pneus ‘‘verdes’’ 225/55. Volume do porta-malas é de 473 l mas, com os bancos rebatidos, aumenta para 1.197 l.

Motor 1.5 gera 165 cv


O pequeno Mivec 1.5 turbo desenvolve 165 cv e 25,5 kgfm de torque (disponíveis já a 1.800 rpm). Movido a gasolina, conta com duplo sistema de injeção: direta, para desempenho em alta, e indireta (a veterana Multipoint) para situações de baixa rotação. A transmissão Invecs III CVT simula 8 marchas e tem sistema sequencial SportMode acionado por borboletas na coluna de direção.

Novo Jetta chega por R$ 109,99 mil

Sedã médio da Volkswagen fica maior e mais tecnológico na sétima geração .

Tudo novo na sétima geração do Jetta. O sedã médio da Volkswagen não apenas conta com novo design, mas também maior nível tecnológico. Importado do México, chega em outubro em duas versões: Comfortline 250 TSI (R$ 109,99 mil) e R-Line 250 TSI (R$ 119,99 mil). Teto solar é opcional inclusive para a R-Line (R$ 4,99 mil).

Construído sobre a Estratégia Modular MQB, cresceu em todas as dimensões. Pena que a suspensão traseira é do tipo eixo de torção interdependente com molas helicoidais – o projeto bem que merecia multilink, já utilizada na sexta geração. Internamente, a reformulação é completa, indo desde o painel até o Discover Media com tela de 8”, que é de série e utiliza sensor de toque capacitivo, idêntico ao de smartphones e tablets. Com o aplicativo Media Control para smartphones e tablets (plataformas Android e IOS), passageiros do banco de trás podem controlar funções do infotainment.


Iluminação ambiente ajustável em 10 tonalidades garante requinte. Além do visual exclusivo, pacote R-Line 250 TSI tem como itens de série o Active Info Display (painel digital programável), controlador automático de velocidade (ACC), Front Assist com função City Emergency Brake, Detector de Fadiga, Frenagem Pós-Colisão e regulagem automática do farol alto (FLA).

Motor 1.4 de 150 cv

O powertrain é o mesmo para ambas as configurações: o 1.4 TSI Total Flex (150 cv e 250 Nm de torque, o equivalente a 25,5 kgfm) com Start/Stop, atuando em conjunto com o câmbio automático de seis marchas dotado de conversor de torque e função Tiptronic. Aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 8,9 s e máxima é de 210 km/h. É possível escolher entre quatro perfis de condução: Eco, Normal, Sport e Individual.


Reformulação visual


Na dianteira, diferencia-se pelos faróis em LED, grade trapezoidal e novos para-choques. Coeficiente de arrasto (Cx) baixou para 0,29. Na traseira, queda acentuada da coluna “C” torna silhueta semelhante à de um cupê. Lanternas lembram as do Virtus e também são em LED. Versão R-Line traz grade em preto brilhante, rodas aro 17”, retrovisores e teto pintados em preto.