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BAH!rulho

Rebel Machine fecha o ano do projeto Voo Apresenta

Banda se apresenta nesta quinta-feira no bar Rock'n'Soul em Porto Alegre.

Foto por: Doni Maciel/Divulgação
Descrição da foto: Banda Rebel Machine é atração no projeto Voo Apresenta
O projeto Voo Apresenta se prepara pra encerrar o ano recebendo a banda Rebel Machine. O quarteto porto-alegrense, formado por Marcelo Pereira (vocal), Murilo Bittencourt (guitarra), Marcel Bittencourt (baixo) e Chantós Mariani (bateria) sobe ao palco do bar Rock'n'Soul, na Cidade Baixa, em Porto Alegre, nesta quinta-feira (13/12).

Com seu rock enérgico e de identidade própria, a banda trabalha com influências do rock de várias décadas, mas sem deixar de estar conectados com o tempo atual. Através do novo single, Underdogs, a Rebel se mostra conectada ao momento atual do País, mostrando engajamento no que acredita ser o caminho certo, uma sociedade igualitária e sem preconceitos.

Desenvolvido pela Voo - Agência de Produção e Conteúdo Musical, o Voo Apresenta tem o objetivo de apresentar ao público novas bandas do cenário musical gaúcho, incentivando os artistas regionais na criação de uma nova cena cultural. O projeto, que começou em outubro deste ano, pretende manter apresentações em 2019, lançando também material audiovisual com as bandas que já participaram da primeira etapa do projeto. Se liga aí:

Banda Paquetá tem novos clipes para músicas do Badtrip for Democracy

Segundo EP do grupo rendeu vídeos para as músicas Na Rua Liberdade Vendi Minha Alma Para o Diabo e Tarde em Paquetá.

Foto por:
Descrição da foto:
A banda Paquetá, de Canoas, lançou em maio deste ano o seu segundo EP: Badtrip for Democracy. Bruno Fogaça (bateria), Daniel Hogrefe (guitarra), Vinicius Dagger (guitarra) e Wender Zanon (baixo) passsaram o ano divulgando esse novo trabalho e recentemente lançaram clipes para duas músicas do disquinho.

Na Rua Liberdade Vendi Minha Alma Para o Diabo é a primeira faixa do EP. As imagens do vídeo foram captadas em um show no Sesc Canoas em 2017, editadas com sobreposição. "Para chegar nessa textura capturei a tela do computador com uma câmera VHS e mandei essa imagem pra uma TV de tubo que foi captada com uma outra câmera digital. Colaboraram para este clipe: Júlia Tarrago (Fiasco Produções) e Renato Souza (Chama Vídeo Independente)", comentou Wender Zanon.

Tarde em Paquetá é a segunda música do trabalho. "A maioria das imagens foram captadas para usar como cenário de um show da banda. As imagens foram pensadas como pano de fundo para uma apresentação em que simularíamos um show na beira da praia. Após esse show, aproveitei o material captado para montar esse clipe. As imagens são todas da prainha de Canoas, exceto as que aparecem monstros que são de alguns filmes clássicos: O Monstro da Lagoa Negra, Godzilla e Gamera. A Júlia Tarrago (Fiasco Produções) colaborou para este clipe", disse Zanon. Se liga aí:

Sapo Boi lança seu primeiro EP com show em Porto Alegre

Banda se apresenta no Signus Pub, no domingo, juntamente com Juna, Sileno e Motorcavera.

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Cartaz dos shows no Signus Pub
A banda Sapo Boi, de Porto Alegre, está na ativa há pouco mais de dois anos e se prepara para lançar seu primeiro EP. Intitulado "N.P.V.D.M.", o trabalho contém quatro músicas rápidas e diretas, que possuem maior ênfase na energia e agressividade sonora do que na mensagem ou poesia das letras. Com poucas palavras e muita ação, a banda mistura distorções e efeitos no volume máximo com uma forte influência do proto punk, como MC5, Stooges, New York Dolls e Dead Boys.

O EP foi gravado e masterizado em Porto Alegre no DubStudio, com produção de Fábio Gabardo e dos integrantes da Sapo Boi. O show de lançamento, marcado para o próximo domingo, dia 16 de dezembro, acontece no Signus Pub (Joaquim Nabuco, 272, na Cidade Baixa, em Porto Alegre). A noite conta ainda com a participação das bandas Juna (dreampop/shoegaze) de São Leopoldo, Motorcavera (stoner rock) de Santa Maria, e Sileno (pós punk) de São Leopoldo. Os ingressos custam 10 reais. Se liga aí: 

Fredi Bessa divulga single do seu primeiro disco solo

Músico de São Leopoldo lança Há de Esperança, que estará no álbum A Filosofia das Canções que sai em 2019.

Foto por: Vergilio Lopes/Divulgação
Descrição da foto: Capa do novo single de Fredi Bessa
O guitarrista e compositor leopoldense Fredi Bessa está lançando nesta sexta-feira (7/12) em todas as plataformas digitais a canção Há de Esperança. Este é o primeiro single do seu álbum de estreia, A Filosofia das Canções, previsto para o início de 2019. Atuando na cena musical gaúcha há 10 anos como guitarrista, compositor e produtor em diversos projetos, como as bandas de rock Lítera e Sargento Malagueta, ou o Aquarela, grupo musical e teatral voltado ao público infantil, Fredi Bessa esteve no palco ao lado de nomes como Nei Lisboa, Seginho Moah, Frank Jorge, entre outros artistas.

"Compus Há de Esperança em um momento bastante dolorido da minha vida pessoal. Escrever essa música foi um jeito de tentar transformar minha própria dor em algo diferente, mas na medida em que ia tocando a música nos shows percebi que as pessoas se emocionavam ao relacioná-la com o momento social que estamos vivendo. Achei que seria importante lançar essa canção o mais rápido possível", comenta o artista. O lançamento ocorre simultaneamente em todas as plataformas de streaming, acompanhado de um lyric video. Também será possível fazer o download gratuito da música no site de Fredi Bessa.

O músico se apresenta nesta sexta-feira (7/12) no Prosa e Verso, em Novo Hamburgo, e no sábado (8/12) no Primeira Reza, em São Leopoldo. Os shows serão em formato guitarra e voz. O Bah!rulho conversou com Fredi Bessa sobre seu primeiro disco solo. Então dá play no single ali embaixo e confere a entrevista. Se liga aí:

Quais as influências que tu buscou para esse primeiro trabalho solo?
Acho que as influências desse primeiro trabalho são o resultado de uma vida inteira ouvindo música de todos os gêneros, lendo sobre filosofia, pensando sobre a vida, sobre o ser humano e sobre o universo. O desafio foi juntar todas essas impressões e reinterpretar elas em forma de canção, com o meu jeito de compor. Acho que dá pra ter uma ideia disso com o single Há de Esperança, mas acredito que tudo isso fica um pouco mais claro quando sair o disco completo A Filosofia das Canções, em 2019.

Como foi o processo de composição e gravação?
Cada canção exigiu um processo diferente. Algumas geravam muita ansiedade enquanto não estavam finalizadas, quase uma obsessão. Uma situação que chegava às vezes a atrapalhar a rotina e as responsabilidades da vida. Outras surgiam de uma hora pra outra e em 15 minutos estavam resolvidas. Não sei explicar isso direito, mas me parece que o importante é conseguir expressar em canção, da forma mais fiel possível, o que está se passando dentro de mim. Isso às vezes é dolorido e às vezes é muito prazeroso e fácil. O disco foi todo gravado no estúdio caseiro do amigo e baterista Pedro Matz, em São Leopoldo. Ele gravou as baterias e eu todos os outros instrumentos. No final do processo chamamos algumas pessoas pra contribuir. Débora Araújo e Renata Carreira gravaram vozes e o Arthur Noswtiz gravou uma guitarra.

Qual a maior diferença entre um trabalho próprio e atuar com outras bandas e artistas?
Acho que a maior diferença é a insegurança gerada. Estar no palco apresentando suas próprias canções, assinando o show com seu próprio nome gera em mim muito mais insegurança do que quando estou amparado por uma banda ou acompanhando algum artista. Até porque no show a questão não é só tocar bem as músicas, mas principalmente transmitir e criar junto com o público uma atmosfera capaz de atingir as pessoas.

Em que fase de produção está o disco que deve sair no próximo ano e qual a sua expectativa para esse trabalho?
As gravações estão prontas. Estamos agora finalizando as mixagens e acho que em março do ano que vem o disco será lançado. Quanto à expectativa, procuro não gerar muita. Até porque sabemos que a atual situação para as artes em geral no País e no mundo inclusive não é das melhores. Quero sim fazer um trabalho que seja o mais conciso possível para aos poucos ir criando um público e espalhando minha música.